O 11 de Setembro e a lição de intolerância

O atentado de 11 de setembro já serviu para todo tipo de loucura. Respaldado no lamentável atentado em que as Torres Gêmeas de Nova Iorque foram colocadas abaixo devido ao choque de aviões comerciais seqüestrados e lançados contra elas por integrantes de grupos radicais, o governo Bush partiu para a imbecil batizada “guerra preventiva”, e o que se viu de lá para cá foi o recrudescimento da violência, do ódio racial e religioso, de mais guerra, atentados terroristas e milhares de feridos e mortos, a maioria inocentes que ficaram no meio dos insanos e fanáticos.


O mundo não ficou um milímetro mais seguro, pelo contrário.

Agora surge esse outro louco, que intitula pastor, e avisa que vai queimar exemplares do Alcorão. Atiçar ódios e gerar um clima de mais insegurança é o que ele vai conseguir, ainda que seu objetivo principal seja o de aparecer, o que, aliás, está conseguindo.

Não importa ao leviano e irresponsável senhor dos grandes bigodes e nenhum princípio moral e religioso que seu ato possa ter conseqüências desastrosas, motivando outras mentes doentes como a sua, a retaliar em nome de “Deus”.

Uma coisa é certa, o pastor (?) vai conseguir mais adeptos para a sua igreja, e vai faturar umas ofertas a mais.
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